
Quem acha que o regime cubano serve de exemplo, na verdade ou não sabe de nada, ou quer aparecer sobre o regime comunista, e a distância, que é melhor e mais fácil. Afinal, apesar de todos os problemas que os brasileiros enfrentam, muitos desses "comunistas chavões", não passam fome, não sofrem com a miséria. Socialimo e Comunismo é bonito no papel. Quem ainda não acredita, é só perguntar pra quem já viveu esses dois regimes e em seguida irem suas próprias conclusões.
Criticam os americanos com unhas e dentes, mas tem em casa um computador, usam os programas da Microsoft, comem no Mac Donald's, usam roupas de marca, tênis nike, jogam seus joguinhos de computador ou tem lá um Play Station e ainda sonham com Manhathan, 5º Avenida, Disney, etc e tal... Na boa, essas pessoas gostam mesmo é de fazer o papel de entendido, e ainda alimentam ilusões que jamais sairão da própria imaginação. O mundo é capitalista, tão capitalista que o próprio Fidel sugou todas as riquezas de Cuba, pra benefício próprio...
Se o regime cubano fosse tão bom assim, os cubanos jamais abandonariam seu país enfrentando mares violentos dentro de embarcações precárias, sem contar com os tubarões e outras coisas mais. Ele renunciou, mas a catastrofe que ele construiu ano após ano, permanecerá não só através das mãos do seu irmão, como em cada canto de Cuba, em cada rosto miserável de um cubano.
Regime de Fidel Castro gerou fuga em massa para os EUA e multidão de dissidentes
Murilo Garavello - São Paulo
Murilo Garavello - São Paulo
Filho de uma professora de inglês e de um advogado que se tornaria empresário nos EUA, o cubano Andrés Arturo García Menéndez, nascido em Havana, migrou aos cinco anos para Miami com os pais após o fracasso da tentativa de invasão da ilha organizada por dirigentes da CIA em 1961. Mais tarde, Menéndez tornou-se ator badalado em Hollywood, sob o nome artístico Andy Garcia.
Garcia é um exemplo famoso e sintomático de um processo desencadeado pela tomada do poder por Fidel Castro e seus revolucionários e aprofundado pelas medidas que fizeram de Cuba um país socialista: a migração para os EUA. Somente nos dez primeiros anos do regime castrista, cerca de 410 mil famílias cubanas entraram em território americano, de acordo com a edição de 2004 do Livro de Estatísticas de Imigração dos EUA.
Em 2004, havia por volta de 1,5 milhão de cubanos morando nos EUA, segundo Pesquisa das Comunidades conduzida pelo Censo americano. Destes, 912 mil nasceram na ilha; outros 535 mil são filhos de cubanos, nascidos em solo americano.Os imigrantes cubanos destoam das demais comunidades hispânicas alocadas nos EUA, em geral, por um motivo: quando deixaram seu país, principalmente nas duas primeiras décadas da ditadura socialista, não eram pobres, como explica o escritor brasileiro Fernando Morais no livro "A ilha", de 1976. "
Em 1959, havia 6.000 médicos no país. Entre janeiro de 1959 e fins de 1960, a metade asilou-se nos EUA. Quando, em 1961, o governo proclamou o caráter social da revolução, ocorreu o que os cubanos chamam ironicamente de 'reforma urbana espontânea': a fuga em massa dos milionários para Miami. Os dois bairros mais elegantes de Havana, Miramar e Laguitos, ficaram desertos da noite para o dia".
O estudo "Cubanos nos EUA", divulgado pelo instituto "Pew Hispanic Center" em agosto de 2006, registra a peculiaridade da comunidade cubana. Em comparação aos hispânicos residentes no país, os cubanos detêm um nível mais elevado de educação, renda mensal maior e mais casa própria (ver tabela). A oposição de quase meio século dos EUA ao regime castrista diferencia ainda mais os cubanos do restante dos imigrantes latino-americanos: em geral, eles são mais bem-vindos no país. Cerca de 60% deles são cidadãos norte-americanos, mais da metade do índice alcançado pelos demais hispânicos (26%).
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