Hoje o Metrô de São Paulo, contribuiu mais um pouco para o aumento do estresse do povo paulistano. Desde às 4 horas da manhã, uma falha em um dos equipamentos de via na estação Tiradentes simplesmente parou todas as linhas. E na linha vermelha, onde moram a maioria das cavalarias, se fartou de empurrar os outros, de bater boca, de sopapos etc... Tudo por que o "cerumano" só pensa numa coisa: NELE MESMO. Vou explicar melhor meu ponto de vista. Cheguei na estação Segunda Divisão-Itaquera às 08:15 e só consegui embarcar às 9:10. Nesse período vi as bizarrices que você só encontra no metrô. E pior, quando foi a minha vez de entrar no trem, um grupo simpático que estava atrás de mim, começou a empurrar quem estava na frente. Eu pra me segurar , não cair e ser esmagada me apoiei na lateral da porta, no empurra empurra, meu dedo ficou preso no vão da porta e começou a ser esmagado. Sentindo uma dor lacinante puxei com toda força e consegui tirar antes que o mesmo fosse amputado. O resultado disso tudo foi um corte profundo, um anel destruído e uma profunda revolta com as pessoas que estavam a minha volta. Todos idiotas com cara de satisfação por terem sentado, como se aquilo fosse um prêmio, uma conquista. Agora eu tô com meu dedo inchado, dolorido e com vontade de chutar a bunda de alguém. Sério... Uma vontade louca, quase incontrolável. A única coisa boa que me vem a mente é que ano que vem eu NÃO VOU MAIS ANDAR DE METRÔ. Nem no dia de rodízio do meu carro. Juro por Deus, eu não vou. Sairei bem cedinho, antes de começar o rodízio e não tô nem aí com trânsito. Reclamam do trânsito aqueles que não precisam utilizar o transporte público. Se fosse tão ruim andar de carro, então era só deixar o mesmo em casa e enfrentar ônibus lotado e estações do metrô abarrotas de gente pra ver o que é bom pra tosse. Meus dias de refém do metrô estão chegando ao fim, graças a Deus.
Nenhum comentário:
Postar um comentário